Voltando do Girafas, o lugar onde no delivery eles já incluem um palito de dente, presumindo que será realmente necessário pelos fãs do Giraffas, lembro da vez que saí com o guitarrista cabeludo, há sei lá quanto tempo, 3, 4, 5 anos.
Balada, banda, mulherada secando a banda, eu secando o guitarrista, que dispensa todas e vai conversar comigo. Yeap, balada tosca, imagine só. Troca de telefones, saio na semana seguinte com o sujeito. E só. Depois vieram me perguntar: mas e ai, não rolou nada, não vai ver mais?. Não não, minha gente, não dá. Além da pessoa ser totalmente zona Leste, Penha até o ultimo fio de cabelo (e olhe que Penha estou sendo gentil, o nome do bairro era Itaim Paulista, se não me falha a memória), me convida pra comer no Giraffas, como sendo uma ótima opção. Porra, se fora pra ser fast-food, que seja o América, que também tem em shopping da ZL.
Mas isso faz tempo, da época que eu tentava levar uma vida reclusa e decente mas não me permitiam. Hoje sou uma pessoa quase totalmente reclusa que se diverte mais que nessa época. Tudo culpa de ter dentro de casa (ééé) uma pessoinha com um humor tão ácido quanto o meu. Ou em termos chulos, o mesmo espirito de porco que pratico diariamente.